I Crente Music – Você foi? Não??? Veja o que perdeu!

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“Para direita, para esquerda. À minha frente e para trás… Por todo o lado sou abençoado”. Três horas da manhã e todo o público já cansado de tanto dançar e cantar depois de cinco horas ininterruptas de louvores… Porém, assim que o Ministério de Louvor Trazendo a Arca sobe ao palco, toda multidão vai à loucura e parece um monte de milho pipocando dentro da panela. Os fiéis cumprem à risca cada comando do vocalista Davi Sacer que explode com seus tons graves e sons estridentes do grupo. Estava acontecendo o I Crente Music Festival.
“Este tipo de coisa devia ter todo mês. É um movimento maravilhoso para toda a família”, disse a estudante Carolina Almeida, que arriscou ir de ônibus e não sabia que horas iria chegar em casa. Já a sua amiga, Ana Cristina, nos informou nunca ter ido a um show do Trazendo a Arca e que a emoção era única e inexplicável.

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Com um público estimado em 15 mil pessoas, o Crente Music Festival teve de tudo um pouco e superou as expectativas. Até críticas entusiasmadas à grande mídia puderam ser observadas na pregação do bispo Shelley Macedo, presidente da Convenção de Ministros das Assembleias de Deus Unidas do Ceará (Comaduec). O religioso criticou veementemente a imprensa que, segundo ele, perseguiu o ‘povo de Deus’ de todas as formas nos últimos anos. Apesar das críticas massivas a certo conglomerado da imprensa local e nacional, Macedo parabenizou o trabalho do jornal O Estado em publicar os eventos cristãos da cidade. “Posso dizer que temos o apoio deste maravilhoso jornal”, falava o bispo enquanto entregava uma simbólica placa de apoio entre a Comaduec e o jornal O Estado.

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Depois das palavras do bispo, foi a vez da multidão ali presente delirar com as canções fervorosas de Kleber Lucas, que foi logo avisando: “hoje vim pra participar deste festival, pois sou parceiro do Alex Alves (organizador), mas vou cantar muito pouco para dar espaço para os próximos grupos”

 

 

O show de Kleber Lucas foi tão intenso que o músico saiu do palco totalmente exausto e sequer deu atenção aos fãs que se espremiam nos camarins à espera de um autógrafo ou foto. “Ele está muito estrela ultimamente”, reclamava um fã do lado de fora.

 

Sai Kleber Lucas e entra Régis Danese, que ano passado conseguiu a impressionante marca de mais de 500 mil cópias de discos vendidos tanto para cristãos como não crentes. Tudo isso graças ao “Hino do Zaqueu”, a canção Faz um Milagre em Mim. “Nós evangélicos muitas vezes somos egoístas e esquecemos de falar em Jesus para pessoas fora de nossa religião e essa música veio provar o contrário. Veio mostrar que todos querem que Deus entre em suas casas”, relatou Danese emocionado.

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Depois de Régis Danese emocionar o público com uma pregação fervorosa foi a vez de Lázaro, ex-Olodum, subir ao palco e fazer um show morno, mesmo assim, o público chora e se “derrete” com as canções calorosas do artista baiano. Por fim, depois de chuva, pernas cansadas e sono, surge o Trazendo a Arca que, de uma forma quase espiritual, arrebatou o público que pulava e delirava a cada acorde. O palco do Hangar, tão conhecido pelas apresentações de bandas de forró, se rendeu aos hinos para louvar a Deus e, embriagados com refrigerantes e com uma força divina inexplicável, ficaram até o final, lá pelas 4 horas da manhã. Agora é esperar por Oficina G3 que estará dia 18 de abril em Fortaleza com novo disco e nova formação.

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