Que venha 2010

Mais um ano que se vai e logo vem chegando. Com o ano que se inicia, renovam-se também as promessas de mudanças e idealizações de dias melhores. Também é reservado um tempinho para revermos tudo o que passou, o que foi feito e o que ficou por ser realizado. E aí? Qual foi o seu papel como cristão nesse ano que passou? E quais são suas metas para 2010?

Um dos grandes mandamentos de Jesus Cristo foi o das missões: “Ide ao mundo e pregai o evangelho…”. Ou seja, uma das nossas grandes batalhas travadas ano após ano é a salvação das almas através das palavras deixadas pelos homens que serviram a Deus.

E a pergunta que fica: “Quantas almas você trouxe para Jesus nesse 2009”? E quantas pretende apresentar a Deus em 2010?

O plano de nosso Senhor em nossas vidas já está traçado e é maravilhoso poder participar de um momento tão mágico, que é servir a Deus da maneira certa. Que todos os irmãos e irmãs de todas as igrejas possam sentir a necessidade de chamar toda a população terrestre para ceiarem junto com Cristo na hora do arrebatamento.

Que 2010 nasça com a certeza de que dias melhores virão e que as pessoas estejam cientes de seus papeis aqui na Terra. Saúde, Amor e Paz. Esses são os votos de todos aqueles que fazem o blog Ebenézer Pentecostal!

Jesus na visão muçulmana

Os cristãos geralmente falam sobre desenvolver uma relação com Cristo e aceitá-lo em suas vidas. Afirmam que Jesus é muito mais que um homem e morreu na cruz para livrar a humanidade do pecado original. Os cristãos falam de Jesus com amor e respeito, e é óbvio que ele tem um lugar especial em suas vidas e corações. Mas, e os muçulmanos? O que pensam sobre Jesus e que posição Jesus ocupa no Islam?

Alguém não familiarizado com o Islã pode se surpreender ao saber que os muçulmanos também amam Jesus. Um muçulmano não falará o nome de Jesus sem respeitosamente acrescentar as palavras “que a paz esteja sobre ele”. No Islã, Jesus é um homem amado e estimado e um Profeta e Mensageiro que chamou seu povo à adoração do Verdadeiro Deus Único.

Muçulmanos e cristãos compartilham algumas das crenças sobre Jesus. Ambos acreditam que Jesus nasceu da Virgem Maria e ambos acreditam que Jesus foi o Messias enviado para o povo de Israel. Ambos também acreditam que Jesus voltará a terra nos últimos dias. Entretanto, um detalhe importante separa seus mundos. Os muçulmanos acreditam que certamente Jesus não é Deus, não é o filho de Deus e não é parte de uma Trindade de Deus.

No Alcorão, Deus falou diretamente aos cristãos quando disse:

“Ó Povo do Livro! Não exagereis em vossa religião e não digais de Deus senão a verdade. O Messias, Jesus, filho de Maria, foi tão-somente um mensageiro de Deus e Seu Verbo, com o qual Ele agraciou Maria por intermédio do Seu Espírito. Crede, pois, em Deus e em Seus mensageiros. Não digais: ‘Trindade!’ Abstende-vos disso, que será melhor para vós; Sabei que Deus é Uno. Glorificado seja! Longe está a hipótese de ter tido um filho. A Ele pertence tudo quanto há nos céus e na terra, e Deus é mais do que suficiente Guardião.” (Alcorão 4:171).

Assim como o Islã nega categoricamente que Jesus era Deus, também rejeita a noção de que a humanidade nasce maculada por qualquer forma de pecado original. O Alcorão nos diz que não é possível que uma pessoa carregue os pecados de outra e que somos todos responsáveis, perante Deus, por nossas próprias ações. “E nenhum pecador arcará com culpa alheia;” (Alcorão 35: 18) Entretanto, Deus, em Sua infinita Misericórdia e Sabedoria não abandonou a humanidade à sua própria sorte. Enviou orientação e leis que revelam como adorar e viver de acordo com Seus mandamentos. Os muçulmanos devem acreditar e amar todos os Profetas; rejeitar um é rejeitar o credo do Islã. Jesus foi um em uma longa linhagem de Profetas e Mensageiros, chamando as pessoas para adorar o Deus Único. Veio especificamente para o Povo de Israel, que na época tinha se desviado da senda reta de Deus.

Jesus disse:

“(Eu vim) para confirmar-vos a Tora, que vos chegou antes de mim, e para liberar-vos algo que vos está vedado. Eu vim com um sinal do vosso Senhor. Temei a Deus, pois, e obedecei-me. Sabei que Deus é meu Senhor e vosso. Adorai-O, pois. Essa é a senda reta.” (Alcorão 3:50-51)

Os muçulmanos amam e admiram Jesus. Entretanto, o entendemos e a seu papel em nossas vidas de acordo com o Alcorão e as narrativas e os ditos do Profeta Muhammad. Três capítulos do Alcorão tratam da vida de Jesus, sua mãe Maria e sua família; cada um revela detalhes não encontrados na Bíblia.

O Profeta Muhammad (Maomé) falou de Jesus muitas vezes, descrevendo-o uma vez como seu irmão.

“De todos sou o mais próximo ao filho de Maria, e todos os profetas são irmãos paternais, e não houve profeta entre eu e ele (ou seja, Jesus).” (Sahih Al-Bukhari)

Sigamos a história de Jesus através das fontes islâmicas para entender como e por que seu lugar no Islã é de tamanho significado.

O Primeiro Milagre

O Alcorão nos informa que Maria, a filha de Imran, era uma jovem mulher solteira, casta e virtuosa devotada à adoração de Deus. Um dia, enquanto estava em reclusão, o anjo Gabriel veio à Maria e informou-lhe que seria a mãe de Jesus. Sua resposta foi de medo, choque e desânimo.  

 

Deus disse:

“E faremos dele um sinal para os homens, e será uma prova de Nossa misericórdia. E foi uma ordem inexorável.” (Alcorão 19:21)

Maria concebeu Jesus, e quando chegou o momento de seu nascimento, ela se afastou de sua família e viajou para as proximidades de Belém. Aos pés de uma tamareira Maria deu à luz seu filho Jesus.

Quando Maria descansou e se recuperou da dor e temor envolvendo dar à luz sozinha, percebeu que devia retornar para sua família. Maria estava temerosa e ansiosa enquanto envolvia a criança e a embalava em seus braços. Como ela poderia explicar seu nascimento a seu povo? Ela atendeu às palavras de Deus e tomou o caminho de volta para Jerusalém.

“Dize: ‘Verdadeiramente! Fiz um voto de jejum ao Clemente, e hoje não falarei com pessoa alguma.’ Regressou ao seu povo levando-o (o filho) nos braços.” (Alcorão 19:26-27)

Deus sabia que se Maria tentasse explicar, seu povo não acreditaria nela. Então, em Sua sabedoria, disse a ela para não falar. Desde o primeiro momento que Maria se aproximou de seu povo eles começaram a acusá-la, mas ela sabiamente seguiu as instruções de Deus e se recusou a responder.   Essa mulher casta e tímida meramente apontou para a criança em seus braços.

Os homens e mulheres que cercavam Maria olharam para ela de forma incrédula e exigiram saber como poderiam falar com um bebê.   Então, pela permissão de Deus, Jesus, filho de Maria, ainda um bebê, realizou seu primeiro milagre. Ele falou:

“Sou o servo de Deus. Ele me concedeu o Livro e me designou como profeta. Fez-me abençoado, onde quer que eu esteja, e me encomendou a oração e (a paga do) zakat enquanto eu viver. E me fez piedoso para com a minha mãe, não permitindo que eu seja arrogante ou rebelde. A paz está comigo, desde o dia em que nasci; estará comigo no dia em que eu morrer, bem como no dia em que eu for ressuscitado.” (Alcorão 19:30-34).

 

Os muçulmanos acreditam que Jesus era o servo de Deus, e um Mensageiro enviado para os israelitas de seu tempo. Ele realizou milagres pela vontade e permissão de Deus. As palavras do Profeta Muhammad resumem de forma clara a importância de Jesus no Islam:

“Quem testemunhar que não existe divindade exceto Deus, sem parceiros ou associados, e que Muhammad é Seu servo e Mensageiro, e que Jesus é Seu servo e Mensageiro, uma palavra que Deus concedeu à Maria e um espírito criado por Ele, que o Paraíso é real, e que o Inferno é real, Deus admitirá através de um dos oito portais do Paraíso.”

 

Texto extraído do site www.jesusite.org (Todos os argumentos utilizados nesse texto são de responsabilidade de seus autores e não correspondem necessariamente a opinião do dono desse blog).

O nascimento de Jesus Cristo e o erro da Igreja!

Texto: Pr. José Francisco de Oliveira Filho

A primeira evidência histórica para celebrar o nascimento de Cristo surgiu na primeira metade do século III, com Hipólito, bispo de Roma. Até o ano 300 dC o nascimento de Jesus era comemorado pelos cristãos em diferentes datas. Em 354 dC o papa Libério, sendo o imperador romano Justiniano, ordenou que os cristãos celebrassem o nascimento de Cristo no dia 25 de dezembro.

Provavelmente, ele escolheu esta data porque em Roma já se comemorava o “dia de Saturno”(festa chamada de Saturnália). A religião mitraica dos persas(inimiga dos cristãos) comemorava neste dia o natalis invicti solis, traduzindo-se, “o nascimento do vitorioso sol”. Em 440 dC, foi oficializado 25 de dezembro como o dia do nascimento de Cristo. Buscando cristianizar cultos pagãos, o clero corrupto da era das trevas(de Constantino até a Idade Média), tentou de todas as formas conciliar o paganismo com o cristianismo.

A festa pagã da Saturnália deu origem ao Natal dos cristãos

Exemplo disso foi a criação dos santos católicos, substituindo as festas e padroeiros pagãos. Venus, deusa do amor; Ceres, deusa da colheita; Netuno, deus do mar; assim como São Cristóvão é o padroeiro dos viajantes; santa Bárbara, protetora dos trovões e o famoso santo Antonio, o padroeiro do casamento.

No Brasil ainda foi muito pior quando os santos misturaram-se com os demônios e guias do candomblé, umbanda, quimbanda, vodu, etc.

Yemanjá seria o mesmo que Nossa Senhora dos Navegantes

Lucas foi o evangelista mais minucioso com relação ao nascimento de Jesus: Lc 2.8 – Diz que haviam pastores guardando seus rebanhos durante as vigílias da noite. O inverno em Israel é rigoroso e isto é pouco provável que tenha acontecido; Lc 2.1 – Diz que Cesar Augusto convocou um recenseamento para o povo judeu. É pouco provável que realizariam um recenseamento no inverno, onde o povo deveria percorrer a pé ou no máximo em lombo de animal grandes distâncias durante o inverno. Além do mais, José não iria expor uma mulher grávida a andar a céu aberto nestas condições;

Lc 1.5 – Diz que naquele exato momento Zacarias servia no templo como sacerdote no turno de ABIAS. Isto é, os sacerdotes se revezavam no templo em turnos(cada turno tinha um nome; ABIAS era, portanto, um dos 24 turnos de revezamento dos sacerdotes); Lc 1.8,9 – Diz que neste exato momento Zacarias recebe a anunciação do nascimento de João Batista; Lc 1.24 – Narra: “E depois daqueles dias Isabel, mulher de Zacarias, concebeu…”. Conclui-se, portanto, que Jesus não nasceu em dezembro e sim nos prováveis meses de setembro ou quando muito em outubro, meses em que os judeus comemoravam a festa do Tabernáculo(“E o verbo se fez carne, e habitou entre nós…”(Jo 1.14).

Em Êxodo 23.15 diz que ABIB é o primeiro mês do calendário religioso judeu. Em 1 Crônicas 24. 7-10 diz que os sacerdotes se revezavam em turnos de dois turnos/mês, e que, ABIAS era o oitavo turno. Como para Deus não há coincidências, É bem provável que o primeiro turno dos sacerdotes deveria iniciar no primeiro mês religioso do calendário judaico, por que? Imaginem, se os sacerdotes faziam rodízios para servir no templo, eles deveriam ter um mês de preferência para que, antecipadamente, pudessem conhecer seus respectivos turnos e meses nos quais (24 sacerdotes) fariam o revezamento.

 O turno ABIAS de Zacarias que era o oitavo da escala, coincidiu com o mês chamado TAMUZ. Ora, a Bíblia diz que poucos dias após Zacarias ter recebido a anunciação do Anjo sobre o nascimento de João Batista, Isabel, sua mulher, ficou grávida. Lucas 1.26 e 36 diz: “estando Isabel no sexto mês de gravidez foi ela visitar Maria que acabara de ficar grávida”. Contando-se 6 meses no calendário judaico, concluiremos que Maria ficou grávida de Jesus no mês do TEBETE(dezembro/janeiro).

Daí, se contarmos 9 meses a partir do mês da concepção, chegaremos a conclusão que Jesus Cristo nasceu no mês de setembro ou, no mais tardar em outubro, meses estes que coincidem sempre com o mês do calendário judaico de ETANIM. O calendário judaico é lunar e por isto dá diferenças entre os meses do calendário gregoriano(baseado no sistema solar). A propósito desse estudo, no Jornal Estado de Minas do dia 16 de dezembro de 1990 foi publicada uma matéria pelo Prof. Nelson Travnik do Observatório Municipal de Campinas-SP, que os computadores já calcularam com bases em dados históricos, que a data provável do nascimento de Jesus Cristo foi 15 de setembro do ano 7 d.C.

Não temos dados sólidos ou argumentos científicos para validar esta data e nem tão pouco informação bíblica para contradizê-la. Porém, uma coisa é certa, esta publicação veio exatamente colaborar com o presente estudo.

PR. JOSÉ FRANCISCO DE OLIVEIRA FILHO, presidente da Igreja Evangélica Assembléia de Cristo, teólogo e psicanalista.