Os inquisidores do novo milênio ou A caça as “bruxas”

O termo Inquisição refere-se a várias instituições dedicadas à supressão da heresia no seio da Igreja Católica. A Inquisição foi criada inicialmente para combater o sincretismo entre alguns grupos religiosos, que praticavam a adoração de plantas e animais e utilizavam mancias (…)  O condenado era muitas vezes responsabilizado por uma “crise da fé”, pestes, terremotos, doenças e miséria social, sendo entregue às autoridades do Estado, para que fosse punido. As penas variavam desde confisco de bens e perda de liberdade, até a pena de morte, muitas vezes na fogueira, método que se tornou famoso, embora existissem outras formas de aplicar a pena“.  FONTE: Wikipédia

 

O título acima pode até sugerir algo apocalíptico ou temebroso para a maioria dos leitores deste blog, mas venho através deste, demonstrar todo o desconforto com que, muitas vezes, a Igreja atual vem tratando seus atuantes. Só para ressaltar, quero informar que, quando me refiro a Igreja, estou me referindo as “ovelhas” ao rebanho, aqueles que sim, são a verdadeira igreja, ou seja, seus membros. Segundo, quando me dirijo a atuantes, quero me referir aqueles personagens que fazem a diferença dentro de uma congregação. Àqueles que realmente participam, procuram interagir, e, sim, se preocupam com a Obra do Pai.

Como todos sabemos, há uma enorme diferença entre aqueles que todos os dias vão a Igreja e oram, se derramam, louvam e, ao final de cada culto, vão para casa “cheios da unção”. Falo daqueles que preparam a Igreja para o início do Encontro, que tocam para as pessoas ouvirem, que trazem os palestrantes, que ficam para fechar e limpar o local após as reuniões. Me refiro aqaueles que pensam, que trazem as ideias, que lutam pelo nome do Ministério, que estão sempre se preocupando com o crescimento da obra. E que, muitas das vezes, são condenados, crucificados e massacrados, por aqueles que deveriam apoiá-los.

Jezabel ficou para a história como “Assassina de Profetas” e hoje muitos cristãos estão sendo crucificados por Jezabéis que perambulam dentro da própria Igreja, e se possível fosse, decapitariam os profetas da atualidade, ou, mais violentamente, os queimariam nas fogueiras, como ocorreu com dezenas de milhares de inocentes durante a Inquisição de outras épocas.

Mas por que criticar? Talvez seja, e é, mais fácil, falar e condenar do que agir, demonstrar que pode. Essas pessoas, escandalizadas, que se dizem cristãs e que pregam que só o Senhor Pode Julgar, muitas das vezes, estão alí apenas para apontar o dedo na cara do irmão e dizer: “Não é assim que tem que ser”. Mas nuna diz como deve ser feito.

Para esses pobres de espírito, a Salvação talvez demore mais, pois o Deus verdadeiro, aquele que entregou Seu Filho Amado por nós, muito tem me ensinado… O que mais aprendi, toda vez que tentei entregar para o Senhor o meu dom, o meu talento, a minha vontade de adora-lo, foi que o Inimigo se Levanta. E se levanta de uma forma triste e agonizante: ele vem da própria casa do Pai.

Essas coisas deixam sim o cristão abatido, triste e sem forças de seguir. Mas o Senhor Deus sabe todas as coisas e vê tudo o que acontece. E está do seu lado, do meu lado, do nosso lado. Basta crer e seguir. E para os inquisidores  que apenas sabem criticar e apontar o dedo, que Deus tenha misericóridia deles na hora em que a fogueira deles tiver preparada.

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Autor: Miguel Martins

contato, sugestões, críticas: miguelmartins27@gmail.com

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