14º DVD Diante do Trono gravado em Fortaleza?

Rola solto na Internet um boato de que o 14º DVD do grupo Diante do Trono será gravado em 2011 no Aterro da Praia de Iracema, em Fortaleza-Ceará. A data, inclusive, já está marcada: dia 16 de julho de 2011. De acordo com o site Mix Gospel, a informação foi repassada por um dos integrantes do grupo, no entanto, nada foi confirmado ainda pelos principais integrantes do DT.

Entramos em contato com a líder do Diante do Trono, Ana Paula Valadão, para saber se a informação procede, ou se não passa apenas de boataria. Porém, até o fim desta matéria a vocalista ainda não havia respondido ao questionamento.

O assunto deixou os admiradores do grupo eufóricos em Fortaleza. A última vez que o DT se apresentou em Fortaleza foi em 2008 em um show gratuito realizado em parceria com a Igreja Canaã. Ficaremos esperando e torcendo para que seja, realmente, verdade tal informação.

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Diante do Trono no Faustão

Depois de Fernanda Brum e Aline Barros, agora é a hora e a vez do maior Ministério de Louvor do Brasil participar do Domingão do Faustão. Está programado para a segunda parte do programa semanal (diga-se depois do futebol) a participação de Ana Paula Valadão e toda a turma do Diante do Trono. A informação foi repassada pelo próprio site do grupo que pede, inclusive, orações e intercessão por parte dos admiradores do grupo para que eles consigam impactar o maior número de pessoas possíveis.

FAUSTO SILVA

Ana Paula tem que ir muito bem preparada e munida de toda sabedoria para enfrentar as infames perguntas de Fausto Silva, que muitas das vezes, deixa seus entrevistados sem saber onde enfiar a cabeça. Da vez que entrevistou Aline Barros e Fernanda Brum, o Faustão provou que entendia pouco da carreira daquelas que são as principais representantes da música gospel no País.

SONY MUSIC

Agora que Diante do Trono assinou contrato com a SONY MUSIC, a divulgação do grupo nos meios seculares pode até se tornar mais presente. assim como aconteceu com: Aline Barros, Cassiane e outros. A mais nova contratada da gravadora foi a cantora DAMARES. E por aí vai…

E os 33 renasceram… “Estamos bem, os 33”

A cápsula que desce 700 metros abaixo do solo se chama FÊNIX, a ave mitológica que renasce das cinzas após sua morte. O nome do local onde tudo acontece passa a se chamar ESPERANÇA, por conta daqueles que, pacientemente, esperaram cerca de 69 dias para que todo o drama terminasse.  Porém o simbolismo mais importante de todo esse acontecimento é o ajoelhar na terra e orar a Deus, dando-lhe graças por mais uma conquista, por mais uma vitória, por mais UM MILAGRE.

Depois de um desabamento ocorrido no dia 05 de agosto de 2010, o pânico e a tristeza tomou conta dos familiares de 33 mineiros que, até então, estavam desaparecidos e, provavelmente, teriam morrido soterrados. No entanto dezessete dias depois, ouve-se um barulho de esperança. Ouve-se a voz dos mineiros. E um bilhete com o seguinte dizer “Estamos bem, os 33” chega até as equipes de resgate. Um alívio, uma chance, uma possibilidade de rever a família e está novamente junto aos seus. Era a esperança renascente de Deus que estava dando a toda nação planetária um motivo a mais para refletirem no bom da vida, no doce e suave que é está ao lado de quem amamos. Deus estava a dizer a todos do mundo que há, sim, uma esperança para cada um de nós.

Agora era esperar pra vê quantos aguentariam. Quantos se entregariam e quantos voltariam com vida para seu lar. Lá entraram 33, lá passaram 69 longos, quentes e escuros dias. E de lá saíram renascidos todos os 33 mineiros. Deus mostra-nos mais uma vez seu poder e sua glória através do testemunho de cada um desses mineiros.

O noticiário mundial, tão acostumado ao sensacionalismo das tragédias correntes nos dias atuais, se rendeu a história de superação daqueles homens. Se rendeu ao milagre do século XXI. Cogita-se que, através da TV, Internet, Rádio e Impresso, mais de 1 bilhão de pessoas no mundo todo tenha acompanhado o resgate daqueles heróis da humanidade.

Começamos esse século com o ataque a Torres Gêmeas nos EUA, depois da guerra do Afeganistão, em seguida ao Iraque. Queda nas Bolsas de valores do mundo todo. Terremotos no Haiti e no próprio Chile. Pais matando filhos, filhos matando pais. Alunos assassinando colegas de sala, destruição da natureza. Terrorismo religioso, dentre outras tantas calamidades.

Foi, realmente, maravilhoso, pela televisão ter visto o primeiro mineiro sendo resgatado. E seu filho aos gritos chamando pelo pai. Uma imagem que enche os olhos de lágrimas e o coração de ESPERANÇA. Esperança ainda que tímida, nessa humanidade tão sofrida e tão sedenta por destruição. A prova viva de que Deus se encontra no coração daqueles que, em toda a parte do mundo, oraram por aquelas 33 almas. A prova do renascimento. E por que não, da RESSURREIÇÃO de uma humanidade morta, que agora ressurge com um novo pensamento. Sabendo dá valor a cada coisa que o Pai no deu e nos dá, todos os dias, inteiramente de graça: o dom da VIDA!

 

Uma cristã no poder? Quem é MARINA SILVA?

Nome completo: Maria Osmarina Marina da Silva Vaz e Lima

Coligação:

Data de nascimento: 08/02/1958

Sexo: Feminino

Estado: Acre

Estado civil: Casado

Grau de instrução declarado: Superior Completo

Ocupação declarada: Senador

BIOGRAFIA

Em maio de 2008, um grupo de ambientalistas distribuiu, na cerimônia de abertura da 3ª Conferência Nacional do Meio Ambiente, um adesivo verde-amarelo com os dizeres “Marina Silva Presidente”.

O intuito daqueles simpatizantes da então ministra do Meio Ambiente era pressionar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que participaria do ato, a considerar o nome de sua colaboradora para sucedê-lo.

A tentativa falhou. Lula soube da manobra e preferiu não ir ao evento. Seis dias depois, Marina deixava o governo –e dava o primeiro passo para lançar, por outros caminhos, a candidatura proposta pelo adesivo. A então ministra Dilma Rousseff, com quem acumulara divergências no governo, já era àquela altura a preferida de Lula.

Numa trajetória incomum, que faz lembrar a do próprio Lula, Maria Osmarina Silva saiu dos seringais do Acre, onde viveu até os 16 anos, ainda analfabeta, para ganhar reconhecimento internacional na defesa do ambiente, tornar-se ministra e postular à Presidência.

“Marina sempre foi a mais desembaraçada”, lembra o pai, Pedro, 82, orgulhoso da “coragem dela de enfrentar essa barra” –a disputa eleitoral. Quando a filha tinha menos de cinco anos, ele caminhou 22 horas em um dia para buscar as “45 injeções” que a curaram de uma leishmaniose.

Marina, 52, nasceu em um dia chuvoso do inverno acriano, em fevereiro de 1958. Foi a avó Júlia quem fez o parto na localidade de Breu Velho, no seringal Bagaço, distante 70 quilômetros de Rio Branco. Era a segunda filha do cearense Pedro Augusto da Silva, que migrou na tentativa de ganhar a vida com a extração de látex. Lá, casou com Maria Augusta.

Enquanto o pai trabalhava nos seringais e a mãe, na roça de subsistência, o cuidado dos oito filhos —foram 11 ao todo, mas três morreram ainda bebês– ficava a cargo da avó.
FLORESTA E RELIGIÃO

A menina Marina encantava-se com as lendas e os segredos da floresta contados pelo tio Pedro Mendes, uma espécie de xamã, que conviveu dos 12 aos 30 anos com índios do Alto Rio Madeira antes de ir para o Acre ao encontro da família. “Ele tinha o saber católico, mas tudo era adaptado ao mundo do xamanismo”, conta Marina.

Se vieram do tio o amor pela floresta e o respeito à cultura indígena, foi da avó Júlia, com quem viveu dos 5 aos 14 anos, que herdou o fervor religioso. Ela doutrinava a neta com passagens retiradas de uma inseparável Bíblia em papel cuchê com reproduções dos afrescos pintados por Michelangelo na Capela Sistina.

“Eu aprendi a falar fazendo minhas orações com minha vó”, lembra Marina, que também sempre anda em companhia de sua Bíblia.

Aos 14 anos, depois de perder a mãe e ver a irmã mais velha se casar, a adolescente acabou assumindo o papel de chefe da casa, enquanto o pai passava o dia trabalhando no seringal. “Eu ia e voltava da cidade com meus irmãos”, lembra ela, que os levava na tentativa de curar doenças como malária e meningite. Muitas vezes, precisava caminhar 11 horas com um irmão no colo para chegar às margens do rio Acre e pegar um barco para Rio Branco.

Marina se emociona ao lembrar de quando precisou mentir a um taxista para que ele aceitasse levar no carro a irmã Dóia, com meningite, ao hospital. Afirmou que era malária.

“Fomos abraçadas no banco de trás até Rio Branco. A febre era muito alta e ela vomitava, fiquei com a roupa molhada e toda suja de vômito”, conta. “Eu tinha uma convicção muito grande de que devia ir até as últimas consequências, tinha fé em Deus de que aquela doença não pegaria em mim”, lembra. Dóia ficou mais de um mês internada e sobreviveu.

Ainda criança, Marina encantou-se pela cidade. Foi em Rio Branco que viu pela primeira vez uma árvore de Natal. Fora à cidade para tentar curar o que hoje acredita ter sido uma intoxicação originada do tratamento da malária. De volta ao seringal, só falava nas luzes e bolas coloridas.

Aos 16 anos, já estava decidida a se mudar para a capital. Queria cuidar da saúde, estudar e seguir o que acreditava ser sua vocação –tornar-se freira.

Àquela altura, a jovem que aprendera as quatro operações da matemática em uma noite para não ser enganada pelos compradores de látex ainda não sabia ler e escrever. Foi morar em Rio Branco, na Casa Madre Elisa, um pré-noviciado. Limpava a cozinha e cuidava da horta. Estudava no Instituto Imaculada Conceição.

A colega Maria Auxiliadora Ribeiro, a Dôra, lembra que Marina vestia saias longas, cores escuras, e dificilmente mostrava os ombros. “Não foi coisa do colégio de freiras. A gente usava vestido curto. Ela, nunca. E jamais soltava o cabelo.”

Em quatro anos, Marina foi do analfabetismo ao vestibular, passando por um curso supletivo. O sonho de ser noviça durou dois anos e oito meses. Ela se digladiava com a polêmica entre freiras conservadoras e progressistas.

As primeiras tachavam de comunista quem era ligado às Cebs (Comunidades Eclesiais de Base), incluindo o bispo e o sindicalista Chico Mendes. “Aquilo me incomodava porque sabia que o que o bispo comunista e o Chico Mendes comunista faziam era defender os seringueiros e os índios”, diz.
FOME

O discurso da igualdade exercia forte atração sobre ela, que conheceu a fome de perto. Quando o pai certa vez decidiu tentar a sorte em Manaus e, depois, em Belém, a família enfrentou muitas dificuldades. Marina lembra de uma noite de Natal em que havia apenas farinha e um ovo na casa. Só os mais novos comeram.

Ela conheceu Chico Mendes em um curso da ala progressista da Igreja Católica, em 1976. Começaram a ter contato e ele a apresentou a leituras clandestinas sobre direitos dos trabalhadores. “Eu entrei em conflito e saí do convento”, conta ela.

A convivência com Chico a levou ao PRC (Partido Revolucionário Comunista), grupo semiclandestino que fazia oposição aos militares. Ali, conheceu José Genoino, também do PRC, em uma das muitas viagens dele ao Acre. “Ela era tímida, contida, ainda não se destacava muito”, relembra o deputado petista.

Sua primeira passagem pela capital paulista ocorreu por intermédio de dom Moacyr Grechi. Internada em Rio Branco por causa de uma hepatite, ela ouviu o médico desenganá-la.

Saiu do hospital e foi ao bispo pedir ajuda. Ele prometeu que, se ela conseguisse dinheiro para a passagem, cuidaria do tratamento em São Paulo. A família vendeu alguns animais e Marina foi encaminhada para o Hospital São Camilo.

Ao voltar a Rio Branco, entrou no curso de história da Universidade Federal do Acre. A ex-colega Bernardete Carioca da Silva, hoje diretora de escola, lembra das greves que faziam para melhorar a comida do restaurante universitário.

“Nós éramos todos matutos. Mas ela sabia o que queria e, se preciso, subia no banco para discursar.” Entre os colegas de faculdade, a fragilidade física rendeu a Marina o apelido de “Maria doentinha”.

O envolvimento político fez naufragar a união com o primeiro marido, Raimundo Souza, com quem havia casado pouco depois de sair do convento –com ele, teve dois filhos, Shalon, que é psicóloga, e Danilo, publicitário.

O casamento se desfez na época em que Marina ajudou Chico Mendes a fundar a CUT (Central Única dos Trabalhadores), em 1984. Comandava sindicalistas durante greves e enfrentamentos que renderam a ela a inimizade dos patrões.

As denúncias de destruição da Amazônia que Chico levava ao exterior deixaram o grupo numa situação difícil no Acre.

As críticas não eram muito diferentes das que ouviu como ministra, algumas vezes do próprio presidente Lula. Certa vez ele sugeriu que a área ambiental do governo se preocupava mais com a preservação de “bagrinhos” do que com a necessidade de construir hidrelétricas no rio Madeira.

Em 1985, Marina entrou no PT. Sua estreia nas urnas aconteceu um ano depois, quando concorreu a deputada constituinte, enquanto Chico Mendes tentava chegar à Assembleia Legislativa do Acre. O partido não atingiu quociente para elegê-los, mas ela foi a quinta mais votada. “Ninguém achava que ela fosse se eleger, queríamos era puxar voto para o Chico. Mas ela foi a surpresa das eleições”, lembra o amigo e ex-governador Jorge Viana.

A ascensão meteórica fez dela a primeira vereadora de esquerda de Rio Branco, em 1988.

Dois anos depois, foi a deputada estadual mais votada. Em 1991, novamente se afastou para tratar da saúde. Viajou a São Paulo, onde contou com o apoio de Genoino e Lula.

Passou cerca de um ano na casa da sogra em Santos, no litoral paulista. A essa altura, já casada com o atual marido, Fábio Vaz de Lima, estava grávida de Mayara, filha mais nova da união –também tivera Moara.

Precisou esperar o nascimento para começar a se tratar.

A sensação, diz ela, era a de quem chupasse moedas. A contaminação por metais pesados era a fatura que pagava pelos tratamentos de leishmaniose, três hepatites e cinco malárias.

Aos 36 anos, em 1994, foi eleita a mais jovem senadora da República. Em seu primeiro mandato, concentrou a atuação em temas ambientais e indígenas. Mesmo na oposição, mantinha boa relação com o então presidente tucano Fernando Henrique Cardoso. Tanto que, mais tarde, ao assumir a pasta ambiental, avisou que não iria “desconsiderar” avanços e experiências do antecessor.
RETORNO À FÉ

Sua saúde voltou a piorar.

Voltou a São Paulo, foi ao Chile e aos Estados Unidos em busca de tratamento. O sofrimento acabou levando-a de volta à religião. “Fiz um acerto de contas comigo mesma e retomei a minha fé”, diz ela. Mais tarde, trocou o catolicismo pela Assembleia de Deus, na qual foi batizada em 1997. Marina diz que a mudança foi fruto de “um toque do espírito”.

Para ela, a fé a ajudou a superar os problemas de saúde. Hoje, Marina segue uma estrita dieta, que exclui carne vermelha, laticínios e até café. Tem alergia a pó, carpetes e cheiro de tinta. Faz jejum pela manhã, quando reserva um momento para as leituras bíblicas.

A convicção religiosa já lhe rendeu a pecha de intransigente por ser contra pesquisas com células-tronco provindas de embriões e contra a descriminalização do aborto.

Curiosamente, alia a fé ao interesse por psicanálise -fez pós-graduação na área. Considera Freud “um dos monstros sagrados do pensamento ocidental”. Para ela, religião e psicanálise têm “pontos de contato”. “Não acho que essa visão possa desconstruir a fé, nem acho que a fé deva ter a pretensão de querer desconstruí-la.”

Em 2002, com a eleição do amigo Lula, Marina, novamente senadora, era o nome natural para a pasta do Meio Ambiente.

Um manifesto de apoio foi subscrito por 160 ONGs da área e entregue ao presidente eleito.

Seu nome foi anunciado por Lula em Washington.

Quando estava no ministério, seu marido assumiu como assessor no gabinete do suplente no Senado, Sibá Machado.
PROBLEMAS NO GOVERNO

De um começo pomposo na pasta, seu primeiro cargo executivo, Marina viu seu poder minguar nos cinco anos e meio que se seguiram. O primeiro embate que quase a fez deixar o ministério foi a decisão do governo de liberar o plantio de transgênicos. Radicalmente contra, chorou em público.

Depois vieram a transposição do rio São Francisco e as hidrelétricas. O discurso que pregava à exaustão, o da “transversalidade nas ações do governo”, parecia não funcionar.

Cultivou opositores internos e sofreu boicotes. Para os críticos, sempre que tinha um embate no governo, ela se refugiava no “mito Marina”. Usava o capital adquirido com o amigo Lula para tentar vencer as batalhas internas. Não funcionou.

Ela também foi criticada por dar excessiva atenção a questões amazônicas e não dimensionar corretamente, no primeiro ano, a importância de uma reestruturação do licenciamento ambiental. Marina rebate -e cita o próprio Lula.

“Eu aprendi com ele que, quando você tem cinco telhas numa casa, você coloca no quarto das crianças. Naquele momento, o que estava sendo colocado como um desafio era diminuir o desmatamento.”

A diminuição nos índices de desmatamento foi sua principal vitória. Segundo Marina, somente ela, vinda da floresta, poderia mexer nas questões amazônicas. “Duvido muito que alguém tivesse estatura pra propor acabar com a Secretaria da Amazônia, que era um ministério dentro do ministério.

Eu a descriei e propus que a Amazônia fosse uma política transversal”, diz em seu discurso característico.

Com Lula reeleito, Marina quase não foi reconduzida. O amigo Jorge Viana chegou a ser convidado três vezes para substituí-la. Pressionada pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e a urgência de obras de infraestrutura, manteve suas posições e viu seu isolamento no governo aumentar.

Deixou a pasta sob o lamento das organizações ambientalistas. “Perco a cabeça mas não o juízo”, disse à época.

“Meu sonho”, diz ela, “era ver o governo apostar na visão de desenvolvimento sustentável como uma política transversal. Mas não foi possível”.
DO PT AO PV

Sua volta ao Senado deu início a um inevitável assédio de outros partidos e a novas costuras políticas. A decisão de sair do PT, depois de quase 30 anos, foi tomada em agosto de 2009.

Jorge Viana a resumiu como “um baita problema”.

A filiação ao PV já estava engatilhada e foi formalizada dias depois de ela ter deixado o PT.

Marina crê que sua pré-candidatura pressionou as demais a dar mais ênfase à questão ambiental. “O tema passou a fazer parte da agenda política dos partidos, que anteriormente não o estavam colocando com esse nível de importância.”

A pré-candidata do PV surpreendeu muitos ao encontrar alianças no meio empresarial –como seu vice, Guilherme Leal, da Natura– e formular um programa que também dá ênfase a questões como reforma tributária e do Estado.

Extraído do site: FOLHA ONLINE

O objetivo deste post é mostrar para os internautas uma opção cristã capaz de de enfrentar os poderosos no Planalto, e quem sabe, dá uma cara nova ao Brasil. No entanto, fica a critério de cada um para quem e os motivos de votar em seu candidato. Mas para um País, que daqui a 20 anos terá metade de sua população de evangélicos, se faz necessário que algo seja feita pelo nosso Brasil desde já.