Descanse em PAZ irmão Adailson

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Projeto contra homofobia emperra no Senado

“Na última quinta-feira (12), um embate no Senado entre defensores e opositores da criminalização da homofobia demonstrou que o assunto ainda está longe do consenso e de ganhar espaço na legislação brasileira. Na ocasião, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) deixou de ler seu relatório ao Projeto de Lei da Câmara 122/2006, que torna crime a discriminação de homossexuais. Ela ficou contrariada com o adiamento da votação da matéria na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), – o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) alegou temer que o projeto criasse outro tipo de preconceito, desta vez contra igrejas e crenças, e então o presidente do colegiado, Paulo Paim (PT-RS), anunciou o adiamento, que teria sido pedido pela própria senadora petista.

“O disposto no caput deste artigo não se aplica à manifestação pacífica de pensamento decorrente de atos de fé, fundada na liberdade de consciência e de crença, de que trata o inciso VI do art. 5º da Constituição Federal”, diz emenda, constante do relatório de Marta, que exclui a punição para pregação religiosa contra o homossexualismo.

O impasse estava instalado. Marta ainda tentou ponderar, alegando ter atendido às reivindicações de lideranças religiosas para evitar que suas pregações pudessem ser criminalizadas no texto – ela excluiu de seu relatório a possibilidade de punição a padres e pastores que condenassem o homossexualismo em suas cerimônias. Mas não adiantou, e a matéria, que já passou pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), com relatoria da ex-senadora Fátima Cleide (PT-RO), sequer entrou em votação.

Os ânimos acirrados até sugerem a urgência de uma legislação definitiva sobre o assunto, mas ainda não foram capazes de provocar uma deliberação conclusiva – a despeito de que, no Congresso, há outros projetos sobre o tema há anos mantidos nas gavetas. Enquanto isso, incontáveis registros de violência contra homossexuais – alguns citados no próprio relatório de Marta – se sucedem Brasil afora, sem que essa discussão tenha a celeridade esperada no âmbito legislativo.

Novas conversas

Por meio de sua assessoria, Marta Suplicy informou que foi dela mesma a sugestão de retirar, temporariamente, a matéria da pauta da CDH. A senadora disse que, nos próximos dias, uma “nova rodada de conversações” será executada envolvendo entidades ligadas à luta contra a homofobia, líderes religiosos, parlamentares dos dois grupos e representantes da sociedade civil. Para a próxima semana, estão previstos um seminário a ser realizado na Câmara e uma marcha de grupos ligados à causa LGBT.

Sem querer adiantar como será consolidada a redação final do projeto, Marta admite que o debate entre os interessados deve levar a eventuais alterações extras no texto. É a partir desse embate de ideias que a senadora vai extrair a fundamentação para a nova apresentação do parecer, que deveria ter sido lido naquela audiência da CDH, na última quinta-feira (12).

Conteúdo

No mais recente relatório, o projeto altera a Lei nº 7.716, editada em 1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. A proposição determina que a lei passe a abranger em sua redação “as motivações de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero”, inclusive adequando-se as sanções penais. “Além dessa providência, o projeto altera os demais artigos da referida lei para que, em todos os tipos penais ali previstos, seja também considerada a motivação da discriminação ou preconceito”, diz o relatório.

Com enxerto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o texto também tipifica a “discriminação no âmbito do trabalho”, incluindo na lei dispositivo que define como “conduta criminosa” aquela que configure “motivação preconceituosa que resulte em praticar, o empregador ou seu preposto, atos de dispensa direta ou indireta”. Outra definição de conduta criminosa se refere à restrição, aos homossexuais, de acesso ao espaço físico ou a serviços de estabelecimentos comerciais.

As medidas são aplicadas também ao âmbito educacional, à compra de imóveis e até ao espaço público – passa a configurar crime “proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs”.

(Congresso em Foco)

Deputado divulga abaixo-assinado contra “lei da homofobia”

O deputado federal Marcos Feliciano divulgou, hoje à noite, em seu perfil no microblog Twitter, um abaixo assinado para que todos os cristãos digam não a PL 122, que torna crime toda manifestação contra os homossexuais.

O documento é destinado ao Supremo Tribunal Federal (STF), e de acordo, com  a justificativa do parlamentar, a intenção é mostrar que o povo cristão é contra o PL 122. E ainda mais, o deputado Marcos Feliciano diz não ser contra os homossexuais, mas contra o homossexualismo. Ainda conclui “Diga não à PL122/2006”.

Twitter: @ContraPL122

O endereço para assinar o documento é: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoAssinar.aspx?pi=P2011N9558

Finalmente a verdade é dita na TV americana

Há exatos dez anos eu recebi este email e depois de o ter lido o excluí de minha pasta e, desde então, eu procurava por esta mensagem tão importante para aqueles que, como eu à época, ainda estão descrentes nos sinais deixados pelo Senhor. Mas é isso, leiam e tirem suas conclusões!

‘Nós colhemos exatamente aquilo que semeamos’

A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e a apresentadora Jane Clayson perguntou a ela:

 – Como é que DEUS teria permitido acontecer algo horroroso assim, no dia 11 de setembro?

Anne Graham deu uma resposta extremamente profunda e sabia. Ela disse:

 – Eu creio que DEUS ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. Por muitos anos nós temos dito para DEUS não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas. Sendo um cavalheiro como DEUS é, eu creio que Ele calmamente nos deixou.

Como poderemos esperar que DEUS nos dê a sua benção e sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco? A vista dos acontecimentos recentes, ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc, eu creio que tudo começou desde que Madalyn Murray O’Hare (que foi assassinada e seu corpo encontrado recentemente), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.

 Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas… A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós próprios. E nós concordamos.

Logo depois, o Dr. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto-estima (o filho do Dr. Spock cometeu suicídio) e nós dissemos: “Um perito nesse assunto deve saber o que está falando”, e então concordamos com ele.

Depois alguém disse que os professores e os diretores das escolas não deveriam disciplinar os nossos filhos quando eles se comportassem mal. Os administradores escolares então decidiram que nenhum professor, em suas escolas, deveria tocar em um aluno quando se comportasse mal, porque não queriam publicidade negativa e não queriam ser processados (há uma grande diferença entre disciplinar e tocar, bater, dar socos, humilhar, chutar, etc.) e nós concordamos com tudo.

Aí alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem, e que nem precisariam contar aos pais, e nós aceitamos essa sugestão sem ao menos questioná-la.

Em seguida algum membro da mesa administrativa escolar, muito sabido, disse que como rapazes serão sempre rapazes e que como homens iriam acabar fazendo o inevitável, que então deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas quantas eles quisessem, para que pudessem se divertir à vontade, e que nem precisaríamos dizer aos seus pais que eles as tivessem obtido na escola. E nós dissemos: “está bem!”.

Depois alguns dos nossos oficiais eleitos mais importantes disseram que não teria importância alguma o que nos fizéssemos em nossa privacidade, desde que estivéssemos cumprindo com os nossos deveres. Concordando com eles, dissemos que para nós não faria qualquer diferença o que uma pessoa fizesse em particular, incluindo o nosso Presidente da República, desde que o nosso emprego fosse mantido e a nossa economia ficasse equilibrada.

Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural da beleza do corpo feminino. E nós também concordamos.

Depois uma outra pessoa levou isto um passo mais adiante e publicou fotos de crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as a disposição na Internet. E nós dissemos: “está bem, isto é democracia e eles têm direito de ter liberdade de se expressar e de fazer isso”.

A indústria de entretenimento então disse: “Vamos fazer shows de TV e filmes que promovam profanação, violência e sexo ilícito, vamos gravar música que estimule o estupro, uso de drogas, assassíno, suicídio e temas satânicos”. E nós dissemos: “Isto é apenas diversão, e não produz qualquer efeito prejudicial. Ninguém leva isso a sério mesmo, então que façam isso!”

Agora nós estamos nos perguntando por que nossos filhos não têm consciência, por que não sabem distinguir entre o bem e o mal, o certo e o errado, por que não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios? Provavelmente, se nós analisarmos tudo isto seriamente, iremos facilmente compreender que nós colhemos exatamente aquilo que semeamos!

Se uma menina escrevesse um bilhetinho para DEUS, dizendo:

“Senhor, por que não salvaste aquela criança na escola?”

A resposta Dele seria:

“Querida criança, não Me deixam entrar nas escolas! Do seu DEUS”.

É triste como as pessoas simplesmente culpam DEUS e não entendem porque o mundo está indo a passos largos para o inferno. É triste como cremos em tudo que os jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia nos diz.

É triste como todo o mundo quer ir para o Céu, desde que não precise crer, nem pensar ou dizer qualquer coisa que a Bíblia ensina. É triste como alguém diz: “Eu creio em DEUS”. Mas ainda assim segue a Satanás, que por sinal, também “crê” em DEUS.

Engraçado como somos rápidos para julgar, mas não queremos ser julgados! Como podemos enviar centenas de piadas por e-mail e elas se espalham como fogo, mas quando tentamos enviar algum e-mail a respeito de DEUS, as pessoas têm medo de compartilhar e enviá-lo a outros!

 É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente na Internet, mas uma discussão publica a respeito de DEUS é eliminada rapidamente na escola e no trabalho.

É triste ver como as pessoas ficam inflamadas a respeito de Cristo no sábado e no domingo, mas depois se transformam em cristãos invisíveis pelo resto da semana.

Você esta achando graça?

 Você mesmo pode não querer re-enviar esta mensagem a muitos da sua lista de endereços, porque você não tem certeza a respeito de como a receberão, ou do que pensarão a seu respeito, por lhes ter enviado.

 Não é verdade?

Gozado que nós nos preocupamos mais com o que as outras pessoas pensam a nosso respeito do que com o que DEUS pensa…

 Que DEUS nos abençoe!

Missionário é preso por posse de materiais cristãos proibidos

As autoridades uzbeques prenderam um missionário protestante e confiscaram uma grande quantidade de material cristão de sua casa na capital Tashkent.

Foi aberto um caso contra Anvar Razhapov, que coordena a organização missionária Iso Masih, por posse de material proibido importado do Cazaquistão, Quirguistão, Rússia e Ucrânia para o Uzbequistão.

“Mais de 250 títulos da literatura cristã divididos em 350 exemplares foram confiscados da residência de Razhapov”, disse uma agência de notícias.

“Entre os outros materiais que foram confiscados estão 180 CDs e DVDs, 44 VHS e 22 fitas K7, contendo materiais para a educação e informação de jovens.”

Uma investigação inicial apontou que Razhapov violou as leis uzbeques ao importar materiais cristãos de outros países, e que ele era sustentado por organizações também do exterior.

As autoridades proibiram a conversão de muçulmanos no Uzbequistão em 1998.

Fonte: Central Asia Newswire

Via: www.guiame.com.br